Tudo começa com um silêncio, o silêncio que antecede uma catástrofe. Há catástrofes e catástrofes, umas que nos afetam enquanto sociedade, outras individuais em que perdemos o chão que nos convinha. E depois desse acontecimento? Um recomeço, uma reconstrução — e é neste coração em guerra que encontramos sempre a nossa arma selvagem, a nossa força de coragem. A cidade perdeu o chão, Aruna perdeu a gravidade.

10 NOV 2026 TEATRO
ARUNA E A ARTE DE BORDAR INÍCIOS
AINHOA VIDAL
10 NOV 2026
TEATRO
SALA PRINCIPAL
10:00
PÚBLICO ESCOLAR
A partir de um teatro de sombras, uma criança, Aruna, de 10 anos, canta--nos a história de uma reconstrução social e humana em tempos de adversidade. O espetáculo convive com uma exposição feita por Eleonore Labatut e Simon Deprez, arquitetos dedicados ao trabalho de reconstrução em lugares atingidos por catástrofes naturais, que estará em exibição no Foyer do Teatro Viriato nos dias de espetáculo.