“Avant que ça passe” é, antes de mais, uma criação partilhada, nascida da fusão das nossas individualidades vibrantes, da necessidade de vivermos coletivamente em palco. Uma performance em que os treze avançamos, entrelaçando o que nos liga, gritando o que nos escapa, o que transborda, o que passa.
Há corpos, melodias, suspiros, ohs e silêncios também. Coisas que ainda não conseguimos nomear, mas que já sentimos a vibrar entre nós. Falamos de falhas, explosões de riso, ternura, rebeldia. Arriscamos capturar algo do presente e, se não escapar, segurá-lo nas nossas mãos, ainda que por um instante. Um foco de luz sobre uma juventude turbulenta, presa entre a urgência e a lentidão, entre o sonho e o caos, entre a necessidade de união e o desejo de ruptura.
Há corpos, melodias, suspiros, ohs e silêncios também. Coisas que ainda não conseguimos nomear, mas que já sentimos a vibrar entre nós. Falamos de falhas, explosões de riso, ternura, rebeldia. Arriscamos capturar algo do presente e, se não escapar, segurá-lo nas nossas mãos, ainda que por um instante. Um foco de luz sobre uma juventude turbulenta, presa entre a urgência e a lentidão, entre o sonho e o caos, entre a necessidade de união e o desejo de ruptura.
