Um homem conduz sem destino, ao acaso, vira à direita, vira à esquerda até que o carro fica atolado numa estrada florestal. Sai do carro e perde-se no interior da floresta, debaixo do céu escuro e de neve. Quase morre de frio e de cansaço. Entre questões e hesitações o homem segue, perdido nos seus pensamentos, em imagens que lhe trazem memórias.
Um jogo entre o passado presente e futuro, que se vive no mesmo plano, pondo em causa o que vê, o que é realidade ou espectro. No meio deste existencialismo o homem vê uma estranha brancura luminosa.
Um jogo entre o passado presente e futuro, que se vive no mesmo plano, pondo em causa o que vê, o que é realidade ou espectro. No meio deste existencialismo o homem vê uma estranha brancura luminosa.
